quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Rio Grande a Puerto Natales

Levantamos novamente cedo para pegar a primeira balsa, passamos mais uma vez nas Aduanas Argentina e Chilena em San Sebastian. Na travessia da ilha para o continente o Luciano conheceu um Australiano de moto, que havia saido de Santiago foi para o Rio de Janeiro, desceu ate Ushuaia e estava iniciando sua subida até o Alaska, nessa região é muito comum encontrar aventureiros de carro, moto ou de bicicleta. Andamos mais 250km até Punta Arenas, os ventos patagonicos são frequentes, mas nesse trecho eles eram alem do normal, hava momentos que parecia que iria tirar o carro para fora da estrada, alem de alterar o consulmo do combustivel. Almoçamos no restaurante Sabores, apesar de ter a cara meio duvidosa a comida estava muito boa. Fomos arrumar o escapemento que o ripio havia estragado e passamos ao cemiterio, que é muito famoso e considerado o mais bonito da América Latina. De lá fomos para Zona Franca, é enorme, as coisas são muito mais baratas que o normal, tem de tudo. Dica: se você for para Torres del Paine compre sue equipmento de trekking como sapatos, bolsas, barracas, saco de dormir e roupa de frio na zona franca, não se esqueca de passar em um mercado para comprar frutas e mantimentos. De tardezinha partimos para Puerto Natales a 250km de P. Arenas, optamos por não passar na pinguinera, ja haviamos visto muitos e são basicamente todos iguais( preto e branco ). Chegando em P. Natales descobi que o passeio em Torres del Paine exigia um sapato adequando para trekking, e como não imaginei que usariamos não comprei na zona franca. Como ja estava tarde Luciano foi procurar um hotel enquanto eu e a Rose procuravamos alguma loja que tivesse sapato para trekking aberto. Por sorte o Luciano havia visto uma loja aberta quando voltava para nos pegar, conseguimos os sapatos para mim e para a Rose, os preços eram parecidos com o de P. Arenas, mas só tinha um modelo. Pegamos algumas dicas sobre o parque e saimos a procura de algum restaurante aberto. Achamos um chamado Ultima Esperança, e era a ultima mesmo, o resto estava tudo fechado e a cozinha estava encerrando, a comida estava muito boa e o preço justo. Dormimos em um albergue aconcheigante cheio de mochileiros do mundo todo.

                                                  Capital Internacional da Truta
 

O famoso cemitério de Punta Arenas, vale uma visita, achei bem mais bonito que o da Recoleta em Buenos Aires

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